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13 de fev de 2013

Democracia e outras idéias...

Oi, gente!!! Este post é meio antiguinho. Estava no blog antes dele ser fechado por algum tempo. Como estou re-postando minhas idéias, e este texto contém algumas delas, espero que me perdoem pela datação de alguns assuntos, e que entendam que quero mesmo é fomentar uma discussão saudável acerca de alguns assuntos. Espero que gostem!


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Chegou a hora do resuminho de idéias toscas semanais. Tenho sido assolada por um grave problema em minha vida, desde o final da semana passada: a falta da televisão no quarto! Problemão, vou contar para vocês... Meu quarto é pra mim como um quartel general. Quando estou em casa a única maneira de me ver fora de lá, excetuando os momentos em que a biologia se faz presente, é quando estou aqui, na posição em que estou agora, na frente do computador, falando com vocês. Do contrário, meu quarto é sim o melhor lugar da casa, na minha opinião. Ou era, até algum tempo atrás... Tenho percebido que a grande estrela do show, apesar de eu amar música, é a televisão. O fato de tê-la ali, sempre companheira, disposta a conversar comigo, fazia com que eu adorasse passar dias inteiros (nos fins de semana) trancada no meu casulo, fazendo minhas coisinhas, sem pressa de ver mais nada.


Pois bem... Acho que foi na quinta-feira da semana passada que a minha companheirona de anos (ganhei esta televisão na adolescência) começou a apresentar problemas. O status atual da bichinha é o pior possível: ela não liga!!! O 'stand by' funciona. Mas a tela não se ilumina e o som não vem! Faz uma semana que não passo mais de quinze minutos no meu quarto por vez...

Estando na sala os horizontes se abrem. Assistir tv em outro comôdo torna tudo mais impessoal, mas também te faz pensar sobre coisas que no quarto você não dá a mínima. Estava eu assistindo àquela novela das seis na globo (Escrito nas Estrelas), quando comecei a pensar algumas coisas (toscas, como sempre)... Os espíritas têm uma doutrina muito bonita. Mas não vou versar aqui sobre ela, por que isso exige uma pesquisa prévia. Todo meu conhecimento é empírico, e detesto falar coisas sem ter certeza (a chance de ofender alguém com isso é grande). Então, vou ficar só naquilo que conheço.

Uma das coisas que eles pregam sobre o espírito é o 'livre arbítrio'. Teoricamente poderíamos escolher de um tudo em relação a nós mesmos... Pois bem, aí vem a pergunta... Se podemos escolher, como é possível que destinos estejam escritos, e que almas gêmeas TENHAM que acabar juntas, e que tudo o que vivemos é, inviavelmente  uma reprise de outras vidas, até que o espírito burrinho entenda as coisas que DEUS quer que ele entenda, e possamos nos libertar da vida carnal de vez??? Aonde está o livre arbítrio nisso???

E eu encerro a discussão espírita com essa pergunta. Não vamos nos aprofundar... A não ser que espíritas queiram discutir isso comigo, de maneira bacana, criando outro tópico aqui... Até lá, vamos seguir adiante...

Aí, ainda pensando nessas coisas de escolha, eu fui além nesta semana. Além da tv estar quebrada, venho sendo assolada por um problema de ordem pública: Horário Eleitoral Gratuito. Graças a ele eu tenho hora para tomar banho e fazer outras atividades que encaixava em outros horários do meu dia, por se tratarem justamente daquelas que não era possível fazer na frente da tv.

Algumas pessoas podem se perguntar: como escolher um candidato sem assistir o horário político e saber quais são as propostas deles??? Bom... Minha resposta pra isso é outra pergunta: alguém aí conseguiu fazer um plano de propostas de seu candidadto se baseando no que é dito nos (programas humorísticos) horários eleitorais diários??? Eu não!!! Aliás, falar mal do candidato alheio conta como proposta? Por que se conta, não vou votar nessas pessoas... Se já estão se atacando e fazendo fofoca antes mesmo de se elegerem, imagina depois!

Aí, ainda na linha da escolha, fui mais a fundo nas idéias... Somos uma DEMOCRACIA... Pelo menos é o que nos é dito. Por que, bem na verdade, eu não acredito muito nisso não. Como é que pode, numa democracia, haver obrigatoriedade de um programa televisivo diário? E como é possível, numa democracia, que eu seja obrigada a votar??? Se estou num Estado livre, eu deveria ser livre para decidir o que quero assistir e se quero participar da (palhaçada) eleição.

Ok, ok... Eu já entendi... Somos democráticos o suficiente para deixar um ser como 'Tiririca' se candidatar, fazer uma propaganda onde ele diz claramente que não sabe o que a pessoa que ocupa o cargo que ele está pleiteando faz, e mais democráticos ainda em permitir que a pessoa que é obrigada a votar, vote nele! Parabéns Brasil!!! Quanta liberdade!!!

E, pra quem não sabe o que cada cargo faz (como o Tiririca) e no que está votando, prometo que o próximo post será um real esclarecimento disso... Por que aí sim, adoraria ser uma ditadura e obrigar todos a estudar e pesquisar corretamente, antes de jogar seu voto na (latrina) urna eletrônica!


JulyN

1 comentários:

  1. Sabe... sempre fui uma pessoa que preza muito a liberdade, odeio a censura e acho q ela realmente reflete a falta de confiança numa sociedade em si própria e atrapalha o desenvolvimento e crescimento d uma nação. Sempre achei certo a democracia e interessante a filosfia humanista de que todos devem ser e fazer aquilo que lhe agradam e se sintam bem. Em relação a este seu texo sobre a eleição, a algum tempo atrás estive pensando... será q essa filosofia de "liberdade" funciona cm todas as pessoas? Acho q parte da população não sabe o q é isto, não tem referências próprias, portanto, pelo fato de não terem acabam se inspirando em referências dos outros, em novelas, moda, padrão social etc; exemplo disso são os votos de "cabresto" e religiosos, principalmente no nordeste e em áreas de poder aquisitivo baixo onde a população é mais intesificada, Onde acreditam cegamente em td q político fala tendo até mesmo consciência disso mas se recusam a dialogar. Então contra mim próprio e toda minha formação de opinião, fiquei pensando nisso q vc falou sobre "Ditadura". Imagino: Se a população fosse obrigada à força a se educacar e houvesse supervisão governamental ou seja lá o q for, assistir TV cultura, participar de eventos construtivos com temas de filosofias, saúde, diversidade, infantil, mercado, cultural e até mesmo religioso, e obrigar comentarem pontos de vista como em redação de escolas, felizmente ou infelizmente o Brasil não iria ser rico apenas em produção de matéria prima, mas poderia também voltar ser a segunda Paris do mundo como era até meados do século passado.

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