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30 de nov de 2015

Momento #cêtádebrincadeiracomigo: Eu não sei nem o que dizer... Como foi que o Haddad ganhou as eleições pra prefeitura de São Paulo mesmo? Alguém me refresca, por favor?

Uma das festejadas ciclovias de São Paulo.
Super segura, como podem ver! Imagem cortesia de Veja.
Como se não bastasse a saga das faixas vermelhas pintadas aleatoriamente pelo asfalto de nossa cidade, tornando a vida dos motoristas um inferno, e enchendo os ciclistas de falsas esperanças, entre outras medidas idiotas que não vão nos ajudar, a não ser que coisas sérias sejam feitas antes delas, o Haddad agora arranjou um jeito de reinventar a matemática. Ele tinha uma meta de entregar 55 mil moradias populares na cidade de Sampa até o final do primeiro mandato dele, em 2016. Ele está chegando lá, agora que estamos há um ano desta realidade? Não... E não vai chegar, por que o pais, governado pelo partido dele, está numa crise ferrada, né? O que um ser humano mais ou menos normal faria? Admitiria a derrota. Fingiria não ter se comprometido com uma meta, se fosse bem politico... O que Haddad está fazendo? Liberando o licenciamento de empreendimentos particulares, com características populares, bem mais rápido que o usual, e colocando isso na conta das moradias populares... Ah, claro... Hum... Não tenho mais nada pra falar à respeito. Até hoje ainda não sei como ele ganhou as eleições!!! O nome dele não aparecia nem para um segundo turno!!!
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Momento #cêtádebrincadeiracomigo: vamos ficar sem urnas eletrônicas em 2016?!?

Nossa tão comentada urna eletrônica.
Imagem cortesia de Wikipedia.
Estamos tão anestesiados e perplexos, ao mesmo tempo, com tudo que anda acontecendo, que encaramos notícias loucas como coisas banais neste país que é uma fábula. Quer a nova? A Justiça Eleitoral prevê o uso do voto no papel, à mão, depois do anúncio do corte de verbas orçamentárias para o ano que vem... É... Um cortezinho básico, de 26 bilhões de reais, que afeta saúde, educação, judiciário, eleitoral e planejamento. Coisa pouca, né? 
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A groselha do meu ser: Matthew Shepard and James Byrd, Jr. Hate Crimes Prevention Act... - A parte em que eu falo minhas groselhas sobre a lei.

Barack Obana na ocasião da assinatura do decreto, em 2009,
conversando com a irmã de James Byrd e a mãe de Matt Shepard.
Foto cedida por International Network of Street Papers.


E aí a postagem ficou mega longa, e eu tive que repartir em duas...

Na verdade, além de contar a história do Matt, e mostrar que é perigoso martirizar alguém, qualquer que seja a pessoa, pois pessoas são pessoas, e nenhum ser humano é perfeito, eu queria, com essas postagens, suscitar aquela discussão sobre os tais crimes de ódio, e a discriminação. O decreto americano leva também o nome de James Byrd , Jr. Um negro que teria sido assassinado por racistas no mesmo ano da morte de Matt. E vou pesquisar sobre o caso, quem era Byrd e as circunstância todas, para fazer uma postagem à respeito, eu prometo. Não sei muito sobre o caso, por isso vou guardar para depois, e aposto que posso fazer um link com outro caso desse tipo muito famoso também, e incrementar bem a discussão numa outra ocasião. Aqui, com esta postagem mega longa, vamos groselhar um pouco. 
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A groselha do meu ser: Matthew Shepard and James Byrd, Jr. Hate Crimes Prevention Act... - A parte em que eu conto a história de Matthew Shepard.

Matthew Shepard - 1976-1998
Imagem cortesia de Wikipedia.
Olá, amigos e amigas. Tudo belezinha? Bom, com este texto espero voltar à premissa inicial deste blog, que é provocar discussões à respeito dos mais variados assuntos. Para figurar aqui, basta que eles tenham passado a fazer parte do meu repertório, por qualquer razão, ou em qualquer circunstância. E eu normalmente não chegarei à conclusão nenhuma, por que quero de fato ouvir o que os amigos, e as pessoas interessadas, têm a dizer... 
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16 de nov de 2015

Finalmente... Um filme decepcionante com Michael Pena!!!

Michael Pena. Cortesia de Hypable.

Olá, amigos e amigas. Acho que nunca falei aqui mais à fundo sobre Michael Pena, certo? Primeiro, tem um acento em cima deste 'n' que não consigo fazer no computador... Hehehe Michael é um ator nascido na América. Em Chicago, mais precisamente. Mas, é sempre tratado como um ator latino, por conta de sua clara descendência de imigrantes mexicanos. Eu mesma não dou a mínima pra isso. Embora não negue que homens bonitos com atributos latinos - e vejam que beleza é algo que varia de acordo com quem está julgando - me atraiam mais do que os loirões com cara de paisagem... Enfim... 

Conheci Michael Pena através de Mark Wahlberg... Pois é... Não lembro se já contei essa história aqui no blog antes, e não vou ficar conferindo. Então, se você me acompanha, vai ter que ler de novo, ou não... Enfim... Acho que se você me acompanha, ou é algum conhecido meu, não é segredo que sou mega fã de Mark Wahlberg, certo? Isso desde a carreira musical dele - sim, ele começou cantando, coisa que faz questão de negar, agora. A transição para o cinema foi meio desconfortável pra mim, e ainda coço minha cabeça com algumas coisas que ele faz. Mas, fã é fã. É que nem ter fé. Você simplesmente acredita... Senão não é fé, certo? Ser fã é a mesma coisa. Meia dúzia de filmes que eu detesto não são o suficiente pra eu desgostar do Mark. Pois bem, em 2007 ele lançou o filme 'Atirador', e eu fui ao cinema, ávida, depois de algumas críticas positivas que li. Estava querendo gostar de um filme dele. E gostei... Em parte por causa dele, mas não principalmente. Um ator desconhecido pra mim, que fazia um papel coadjuvante no filme, me chamou uma atenção louca. Havia alguma coisa nele. 

Voltei pra casa direto para o computador, pra não esquecer de procurar saber quem era aquele moço... Michael Pena. O abusado que conseguiu fazer Jujú aqui dar mais atenção a ele num filme com Mark Wahlberg!!! Isso é um feito! E aí comecei a pesquisar sobre os trabalhos dele, e comecei a acompanhar a carreira... Com quem ele era parecido? Claro... Jacob Vargas... Será que era por isso que gostei dele? Parecido fisicamente, mas com método de atuação bem diferente. E um jeitão que me chamava a atenção. Além de competência na escolha de roteiros... 


Ano vinha, ano ia... E Michael ia mantendo a constância de não me decepcionar com a escolha dos filmes que fazia. Além de ser um bom ator, eu realmente me divertia assistindo aos trabalhos dele, por que eram, de fato, bons... Claro que voltei pra trás, para procurá-lo em filmes anteriores... E descobri que ele passou por mim muitas vezes. Mas os filmes em si eram tão gigantescos, e ele é um mutante, sempre diferente em cada um deles, que sim, ele antes tinha passado desapercebido... Não a atuação dele. Ele... Por que antes eu creditava tudo a eficiência do roteiro. Crash, Menina de Ouro, ... Com Atirador, e ele atuando diretamente ao lado de Mark, foi como colocar um holofote nele, finalmente. E aí, virei fã. E dei sorte até há pouco... Com alguns momentos espetaculares, como em Marcados para Morrer. Delícia de filme em termos de atuação dele e de Jake Gyllenhaal. Ainda não vi tudo, por que ele atingiu algumas regras de não, não minhas... Como em Corações de Ferro, filme de guerra - não, não um - em que ele atua ao lado de Brad Pitt - não, não dois - e Shia LaBeouf - não, não três. Aí, ainda não reuni coragem para ver... Mas, no geral, me divirto bem com Michael Pena. 


Cortesia de AdoroCinema.
E aí, quando fiquei sabendo que havia ele num filme de terror e paranormalidade, fiquei exultante de tão feliz. Entendam que ano passado ele me fez mega feliz com o filme sobre a história real do sindicalista Cesar Chavez, em que ele atuou ao lado de Jacob Vargas, finalmente. Presente para uns cinco natais... E no início deste ano tive uma grata surpresa com o filme Fronteira. Roteiro bem mais ou menos, mas bem humano, com atuações bem sólidas dele, de Eva Longoria e Eddie Harris. No fim, a mistura toda me agradou bem. Aí, estava mega empolgada. Filmão de terror com Michael Pena. Terror é um dos gêneros que mais gosto. O que poderia dar errado???


Hum... A premissa da história é mais ou menos boa.... O nome do filme é 'As fitas do Vaticano', numa tradução correta... Imaginem o tanto de coisas que você, que lê muito e é apreciador de boas histórias poderia fazer com isso. E jogue tudo fora, por que o roteirista deste filme foi previsível e pouco inventivo. O filme é um apanhando de filmes de exorcismo, com o foco na organização da igreja católica que secretamente estudaria esses casos... E fim. Contei o filme. Chato... dava pra ser melhor, se a edição fizesse um trabalho mais caprichado e a montagem da história fosse um pouco mais explicativa. Mas, não... Nada disso. Chamaram gente famosa, botaram lá, e é isso. Acabou o dinheiro pra fazer o resto. 


Michael Pena não consegue salvar este filme por que o personagem dele está bem apagado. Veja, este é um ator de método... Diretores e roteiristas: diálogo pro homem!!! Que é falando e se expressando que Michael conquista, e convence você de que o céu é laranja!!! Infelizmente não foi o que houve neste filme, ou sei lá se também não foi problema com a edição. O caso é que o final deixa uma pontona para sequências, e com o personagem do Michael tendo a chance de crescer... Será que fica melhor? Foi como assistir aos Infiltrados... Com a diferença que era Martin Scorsese dirigindo!!! Um monte de gente legal, um roteiro confuso bem mais ou menos, mas um monte de gente legal com liberdade pra pirar diante das câmeras, uma edição mega competente... E só um gostindo de 'por favor, sequencia com crescimento de personagem' em relação ao Dignan... Nesse do Vaticano, tem o gostinho de quero mais só pros fãs de Michael Pena, acho, numa esperança de que num próximo eles entendam o tipo de ator que tem nas mãos... Enfim... 






JulyN.
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