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20 de abr de 2015

Vamos tentar mais uma vez! Minha teimosia nunca me deixa na mão...

Bandeira do Japão. Cortesia do site da
Embaixada do Japão no Brasil.
Há mais ou menos um ano estava tentando aprender japonês pela segunda vez. E, tomando pau pela segunda vez. Pra quem não sabe, gosto de aprender idiomas. Mas não sou uma pessoa convencional, na hora de aprender coisas. Tenho métodos diferentes, por necessidade,e  não por frescura. E, no caso dos idiomas, o mais importante pra mim é ouvir muito, me familiarizar, e me engajar com coisas divertidas no idioma, para querer passar horas estudando o dito cujo... Bom, normalmente a música é o canal. 

Tenho um Inglês fluente de nível intermediário. O que isso significa? Não passo fome nos países falados em Inglês, e tenho familiaridade suficiente para aprender mais léxico. Tudo depende do uso. Coisas específicas eu só aprendo se estou inserida no meio correspondente. Por que não sei traduzir. Sei entender comunicação. Formar correspondência léxica das coisas no ambiente em que estou. Ou seja, não dá pra querer que eu aprenda o Inglês usado em metalúrgicas, por exemplo, no conforto da minha casa, num apartamento que nem parafuso tem sobrando... Não vai rolar... Mas, se eu for trabalhar em uma metalúrgica, e fizer uso diário dos verbetes, em pouco tempo aprendo tudo. Aprendo, não decoro, e não traduzo. Alás, sou péssima tradutora.

Enfim... Hoje estou aqui no meu quarto arrumando meu material de estudos, e minhas pastas de letras de músicas, e outras coisinhas. Estou passando em revista, para ver o que já pode ser descartado. Vamos falar mais disso em outra ocasião... E me deparei com meus cadernos de Japonês. Minhas duas tentativas prévias de aprender o idioma. E aí lembrei que cheguei a uma conclusão na última vez. Eu ia ter que me familiarizar com músicas que eu gostasse, e cinema, e coisas divertidas faladas em Japonês. Assistir e ouvir muito, sem me preocupar com o fato de ainda não saber o idioma... Por que vou saber, assim que uma música chamar muito a minha atenção, e me fizer querer estudar pra destrinchar ela toda. É assim que funciona. 

O cantor PSY. Foto cortesia de ABC News.
Estava tentando estudar Japonês da última vez, quando o PSY me atrapalhou! Sim, o coreano gordinho e podre de rico que faz aquela coreografia infame do cavalo. Vocês sabem de quem estou falando. Ele é divertido, e teve uma sacada fantástica com Gangnam Style - e vamos aumentar o número de visualizadas dele no Youtube, por que ele precisa, né, tadinho?!? E isso tirou toda a minha atenção do Japonês... Em semanas eu já tinha decorado a letra da música, em coreano, e já conhecia algumas palavras e até a construção frasal simples do idioma. E brochei ao perceber que não tinha a mesma desenvoltura com a língua que eu estava, de fato, estudando. Fiquei brava e desisti, por hora. Por que sou teimosa... E sabia que ia querer tentar de novo. Só estava difícil me engajar com música enka, que era, por conta de uma cliente já de idade, o que eu tinha em mãos, em japonês.

K-pop está forte no mundo. Temos acesso a alguns artistas, e muitos filmes fantásticos da coreia. Ah, como eu queria que o J-pop alcançasse o mesmo status. Assim facilitaria a minha vida. Mas não vou esperar que isso aconteça. Saí buscando, à partir de alguns artistas do gênero que já conhecia, música japonesa mais contemporânea, mais atual. Vou ouvir o que já baixei, tentar me engajar em algumas ondas, com alguns artistas. Tenho que começar de alguma forma. Tenho os filmes do Akira Kurosawa com legendas em Inglês. O negócio vai ser assistir a todos à exaustão, até decorar o roteiro, e depois tirar a legenda, ficando com os áudios originais, apenas. Fazia muito isso na adolescência com os filmes em Inglês. Tive professores fantásticos. Jonathan Taylor Thomas e sua dicção linda e perfeita. Mark Wahlberg e... Bom, ele é de Boston. Digamos que me ajudou a entender vários sotaques, e a preencher lacunas através do contexto quando eu não entendo uma palavra ou outra. Hahaha. Muito útil quando estou assistindo a filmes com atores texanos. Vou tentar usar a mesma tática agora... 

Muito filme de terror! Por que, aparentemente, os japoneses são bons nisso. Os fantasmas vão ter que falar com uma dicção legal, viu?!? Por que não sei quanto eu aguento de filmes de samurai - que são os antigos, do Akira -, sem querer sair com uma tesourinha na mão, matando todo e qualquer rabinho liso que eu encontrar na rua, só por estar enjoada do estilo. Nas próximas semanas vamos falar muito disso. os filmes e a música japonesa... Vou contar o que estou achando. Ah, aceito sugestões, por que tudo da Ásia que me chega é coreano. Pô!!! Fica difícil assim, né? Enfim, vi um filme coreano uns anos atrás, ele concorreu ao Oscar e tudo, um mega romance... Bem meloso, mas com atuações divinas, e fotografia tb. Um dos melhores filmes que já vi. Se eles não falassem tão pouco durante a história, dava pra aprender bastante coreano com ele!!! Hahaha. Vamos falar deste filme, pra quem estiver curioso, numa postagem específica. Enfim, quero isso do que vier do Japão. Coisas que me encantem, engajem, e me façam querer aprender o idioma. Quem quiser me ajudar, é só deixar um comentário aqui embaixo, ou no Facebook da página. Aí do nosso lado direito você tem a janelinha pra lá. 



JulyN.

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