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12 de jun. de 2013

Algumas coisas me fazem pensar...

Candy brincando num terreno do bairro.
Acabei de ter uma epifania... Mais um daqueles passeios com a Candy me fizeram pensar. Na verdade, fui pros lados de Mirandópolis com ela, pra distribuir alguns panfletos dos meus serviços. Enfim, estávamos voltando já pra casa, quando vi uma moça com uma cachorrinha linda. Ela estava toda empolgadinha... Aí a Candy foi brincar com ela, e eu aproveitei para entregar o panfleto pra moça. 

Uma senhora se aproximou quando nos viu, e começou a falar dos perigos que a Candy corria por andar solta. Aí esclareci que a cachorra já tem 10 anos, e que foi ensinada a andar assim. Mas ela continuou falando sobre um pitbull que avançou na cachorra dela no meio da rua. E eu perguntei: 'sua cachorra estava solta?' E ela: 'não, por que acho perigoso.' E eu: 'e mesmo assim ela foi atacada, certo? Você denunciou o dono do pitbull? Chamou a polícia?' E ela: 'dá muito trabalho. Só agarrei minha cachorra e fui embora...' Ou seja, ela castigou a cachorra dela, encurtando o passeio, por que outro cachorro mal educado por um humano irresponsável atacou a bichinha dela. Encerrei a discussão ali, por que não adianta argumentar com mulheres idosas. 

Vou explicar isso... Ando com a Candy solta há dez anos, e só mulheres mais velhas me param pra falar que tenho que pôr coleira nela, por segurança. Homens de qualquer idade me parabenizam pela educação da Candy, e mulheres mais jovens a acham fofinha. Mulheres de mais de cinqüenta anos acham que, por amor, devo restringir e aprisionar um ser vivo que nada fez para merecer tal castigo. Sou só eu que acho que tem algo de errado com a definição de amor? Eu amo a Candy. E claro que não quero que nada de errado aconteça a ela. Mas, devo encoleirar e aprisionar minha bichinha, que nunca, em 10 anos, avançou em outro ser para morder ou agredir? Nunca desobedeceu gravemente, ou se enfiou embaixo de um carro propositalmente? Ou devemos começar a prender os cachorros bravos e exigir que seus donos deem a eles a devida atenção, sob a pena de perde-los se não o fizerem? Que tal se motoristas passarem a ter consciência de que estão armados e passarem a seguir as LEIS de trânsito?!? Que tal se -de novo - mulheres mais velhas e carentes de atenção não tentarem me roubar a minha cachorrinha, usando como desculpa o fato dela não usar coleira, deixando o que não é seu no lugar onde você encontrou? Regrinha básica...


Cachorra resgatada na Cidade Tiradentes.
Ela não sobreviveu à cirurgia.
Não vejo essas mesmas senhoras tão interessadas no bem estar da Candy, se mobilizarem quando aparece uma vira-lata na rua, com bicheira severa, precisando de alguém que a ame. Nenhuma delas foi até a Cidade Tiradentes sequer ajudar a resgatar a bichinha para levá-la a um veterinário. É isso que essas pessoas chamam de amor? Por que não é! Amar é mais que achar bonitinho, é mais que se sentir orgulhoso por que o bichinho é de raça... Amar é querer o bem não importa como. É querer a felicidade do outro, o bem estar de verdade, mesmo que isso represente algumas restrições da sua parte. Amar é passar o Natal e o Ano Novo em casa, para não deixar seu bichinho sozinho. É virar duas noites seguidas monitorando a saúde dele quando está doente. É gastar tempo e ter paciência educando o bichinho para que ele tenha liberdade na vida (que é a coisa mais incrível) sem se ferir ou prejudicar aos outros. Amar dá trabalho sim. 

Então, se você é uma dessas senhoras e está lendo este texto, desculpe lhe dizer que os cachorros não estão no mundo para suprir suas carências. Eles acabam suprindo, é verdade. A Candy supri muitas das minhas. Mas eu tenho plena consciência de que isso é um bônus, por que eu a amo, e ela me ama de volta. Uma cortesia, um carinho que ela me faz. Mas não, ela não veio ao mundo para ser carregada pra todo lado como uma coisa, sendo puxada pelo pescoço, e não podendo manifestar as próprias vontades. Ela também não veio ao mundo para enfeitar a minha casa, apenas. Ela nasceu livre. E mora comigo, e fica comigo, por que encontrou amor aqui. Encontrou alguém para protegê-la e celebrá-la. Mas, não se enganem. Ela não é minha, como é meu o celular que eu carrego no bolso. Ela é de Deus, como todas as outras criaturas do mundo. Não posso desligá-la quando ela me irrita, e nem obrigá-la a ser ou fazer coisas que ela não quer. Por que tem isso: ela tem vontade própria. Todos os cachorros, bem como os outros animais, têm... E é por isso que, em andando solta comigo na rua, ela sempre me obedece. Não por que eu obrigue. Mas por que ela quer. Ela gosta de ser minha parceira, e sabe que eu a respeito por isso.

Não estou dizendo que todos devem soltar os cachorros, e deixá-los correr pelas ruas. Mas pensem em como vocês enxergam seus amiguinhos... Não os arrastem pelas ruas. Coleiras são armas de poder. Deem opções aos seus PARCEIROS. Ou comprem um ursinho de pelúcia e passeiem com eles. Quem ama se responsabiliza, quem ama cuida sim. Mas para cuidar, não é preciso anular a vontade do outro. Se amar e respeitar de verdade, será amado e respeitado na mesma proporção. 

Quero fazer um agradecimento público especial. A cachorra que foi resgatada na Cidade Tiradentes contou com a ajuda de algumas pessoas que acabei conhecendo pelo Facebook, quando tive acesso a foto dela. Não esta foto postada aqui. Esta foi feita pela Lígia, que a resgatou. Mas, antes da Lígia, muitas outras pessoas se envolveram na tentativa de achar a bichinha, que estava nas ruas. Não vou citar todo mundo aqui. Basta que saibam que, enquanto muitos estão em busca de bichinhos de enfeite, outro querem animais. Apenas animais... E havia gente muito disposta a salvar esta cachorra. Infelizmente, segundo a veterinária que tentou tratá-la, ela era velhinha já. E não resistiu à cirurgia que foi tentada para recuperar a área destruída pela bicheira. A foto é chocante sim. Imaginem que esta cachorra ficou bastante tempo na rua, sendo consumida pela bicheira, sem que ninguém antes tivesse tentado ajudá-la. Minha pergunta é: cadê o amor???













JulyN
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4 de jun. de 2013

Dicas de Inglês para a Sobrinhada - Aula 04.

Verbo 'To Do'




Faz tempo que não brincamos um pouquinho de aprender Inglês, não é? Mas tive a inspiração de voltar esta semana. Hoje vamos falar um pouquinho do verbo 'To Do'. No Inglês ele pode ser usado para duas coisas diferentes: verbo ordinário e verbo auxiliar. Em seu uso como verbo ordinário ele significa 'Fazer'. Vamos conjugá-lo no presente do indicativo?


Eu faço
I do 
Tu fazes
You do
Ele/Ela faz
He/She/It does
Nós fazemos
We do
Vós fazeis
You do
Eles/Elas fazem
They do

No pretérito perfeito o verbo ganha uma única forma em todas as pessoas.


Eu fiz
I did
Tu fizeste
You did
Ele/Ela fez
He/She/It did
Nós fizemos
We did
Vós fizestes
You did
Eles/Elas fizeram
They did

Aí, alguns mais espertinhos estão se perguntando: se o verbo 'To Do' significa 'Fazer', então para que serve o verbo 'To Make'? Em Português os dois significam a mesma palavra. Mas o uso é diferente. Enquanto o verbo 'To Make' é 'Fazer' no sentido de fabricar, - ou seja, envolve coisas concretas - o verbo 'To Do' se refere à atitudes, ações - coisas abstratas. 


I did my job.
Eu fiz o meu trabalho.
I made a cake.
Eu fiz um bolo.
What are you doing this evening?
O que está fazendo esta tarde?
She made that bracelet.
Ela fez este bracelete.

Como verbo auxiliar, o 'To Do' é usado na construção da negação no presente e no pretérito perfeito. E também na construção das indagações. Na tabela vocês veem também a forma contraída usada coloquialmente no Inglês. 


I do not know that.
I don't know that.
Eu não sei isso.
I did not answer correctly.
I didn't answer correctly.
Eu não respondi corretamente.
Do you go to the cinema?
---
Você vai ao cinema?
Did not you see this film?
Didn't you see this film?
Você não viu este fime?

Percebam que no caso das perguntas e negativas, flexiona-se o verbo auxiliar ('To Do') para dar o tempo da oração, enquanto o verbo principal permanece inflexionado. Atenção a esta regra, que é importante. Quando usar o verbo auxiliar, o tempo da oração deve ser impresso nele, e não no verbo principal. Usamos o verbo auxiliar também para evitar a repetição dos verbos já usados anteriormente, no caso das contestações ou constatações. 


Do you like coffe?
Yes, I do.
Você gosta de café?
Sim, eu gosto.
Did you play tennis?
Yes, I did.
Você jogou tênis?
Sim, eu joguei.
He likes music...
...and so do I.
Ele gosta de música...
...e eu também.



Musiquinha pra treinar...

Então... Jamais pensei que Dru Hill viesse tão a calhar!!! Esta música é linda, fala de um casal chegando ao fim do relacionamento. É muito visceral. Escutem, treinem a pronúncia de algumas palavras (principalmente aquelas da nossa lição) com o o grupo, divirtam-se, e tentem traduzir, por que ela é linda. Qualquer dúvida, entrem em contato comigo.



Letra:

[Intro:]
What do I do, what do I do babe 

I can put away the letters 
Hide them in the drawer 
I can even forget what you sent them for 
And I can take your name out of my book 
I can put away the pictures 
I can put the dreams aside 
But I just can't seem to put you out of my mind 
So tell me now, oh 

What do I do with the love, tell me baby 
What do I do with the memories of 
What do I do with the nights 
Without you by my side 
They used to be your's and mine 
Without you, what do I do with the love 

I can go out every night now 
Stay out til the dawn 
Do whatever I want to 
Anytime I want 
And I can make believe we never met 
I can clear out all the closets 
Leave your things ouside the door 
But I just can't seem to not love you anymore 
So tell me now, tell me now, what do I do 

What do I do with the love (Oh baby) 
What do I do with the memories of (Tell me) 
What do I do with the nights (Baby) 
Withyou you by my side 
They used to be your's and mine 
Without you what do I do with the love, yeah yeah 

Do do I do with this heart 
Who do I give it to 
What do I do with these arms 
If they're not holding you 
What do I do with this time 
If I'm not spending time with you 
If I'm not giving my love to you, oh 

What do I do with the love, 
(Oh, Lord have mercy, do ya hear me?) 
What do I do with the memories of 
What do I do with the nights 
Without you by my side 
They used to be your's and mine 
Without you what do I do with the love 
What do I do with the love 
What do I do with the love 
What do I do with the love 
What? I'm sitting here 
What do I do, with all the love, oh yeah



Vocabulário


CountryPaís
RegionRegião
ProvinceProvíncia
CityCidade
VillageAldeia
Small VillageAldeola
MoonLua
StreetRua
SquarePraça/Largo
AirportAeroporto
StationEstação
PortPorto
MetroMetrô
Parking LotEstacionamento (vaga)
ParkingEstacionamento (garagem)
ForestFloresta/Bosque
CinemaCinema
TheaterTeatro
AvenueAvenida
MonumentMonumento
RestaurantRestaurante
FountainFonte






JulyN
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8 de mai. de 2013

My Online Radio is Troubling the Law!!!

We'll start the posting today pasting the email I received this week from the site 4shared (click on the pictures to open it in the normal size, so you can read it):




And that was that. My 4shared account has been disabled, although I realize that some files are still hosted (because they're still playing in the player on our blog), cause they say I do not have permission to share the songs that are not mine. This is a controversial idea. First: I am not sharing mp3! I made the account to host MY MUSIC, PURCHASED BY ME, so that I could assemble a kind of radio in my blog, which DISCLOSE the work of artists that I like. I have disabled the option to download the files at 4shared site. And if they still can not guarantee that the file is not going to be usurped from the site, that's their problem, not mine.

Boyz II Men in the 90's.
Having said all that, the files causing this problem belong to Boyz II Men. These are some songs released in the nineties (old) that I would like the visitors of my blogs to hear while navigating. I understand that these songs are records of 'UNIVERSAL MUSIC GROUP' (again). For all other files that stayed my radio did not represent any problem. From Snap! to Hammer, from U.N.V. to TLC, none of them caused me trouble. Coincidentally, Boyz II Men was the band who sold more albums in the nineties! That is, I am breaking the law only when the copyright holders of the songs that are pearls to the R&B songbook feel that they are losing money. It has nothing to do with the quality of the artists, or even with their pockets. I'm sure the members of the group are the ones receiving the least amount of money for the sales of their music.

So Vevo puts the official clips on youtube, and I can put them here on my blog (throught embeding), and talk about the artists at ease. This is disclosing and sharing. But I can not ride my playlist and do the same on my own, through mechanisms ensuring that the music will not be improperly used (different from what happens on youtube). This is breaking the copyright law. Oh, yeah ... So I spent $30, between the price of Boyz II Men's cd, and the tax paid cause of the import aimlessly. Cause I can not listen with my friends. I can not share the music, cause Idon't own the copyright. Oh, yeah ... Good to know this. From now on, I'm gonna listen to my songs all alone, and not share with my friends... Let's see how the artists will sell millions without that push up.

Nokio, from Dru Hill and Black Angel Down.
I would love some cool artists to come here in the blog to opine on the subject. I really like what Nokio, from the groups Dru Hill and Black Angel Down, thinks. He usually has strong opinions and corroborate the feeling of the fans about it all. I'd love to hear some from Frankie J, who was there to sweat the shirt to make hir new album released. A good example of how talent and artists' work are the last things on the thinking of the grand corporations. And I would rather listen to the members of Boyz II Men, to know whether they are satisfied with what happened in the nineties, in terms of entrepreneurship and the bureaucratic part of their music, or not. Sorry for the big Universal executives, but, for me, the owners of the songs are the artists. If not for them, the record would not have won loads of money. It is the beautiful voice of Nathan Morris I want to publicize at my blog. It is the brilliancy of Shawn Stockman I want to show my friends. Never been part of our conversations the stamp printed in the cd (Motown / Universal at that time). The farther we got was quoting, and appreciating, authors and music producers. Then we will see how, in times of internet and global sharing, conglomerates mediocrity survives long-term. 

Frankie J, working.
I wanted to say that I will not buy any cd nevermore. But unlike the big conglomerates, I like Frankie J, and he'll throw a new cd at the end of the month. I want to support him. Unfortunately, probably I will not be able to advertise it, and I will not be able to convince other people to buy the album. The same talk over the New Kids (already bought the cd), and all the artists that I love very much, for whom I was always proud to cheer publically for. Unfortunatelly loving them and wanting the world to listen to them is not a good thing anymore.











JulyN
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6 de mai. de 2013

Calçadas ou Montanhas Russas???

Exemplo claro de falta de senso de coletivo.
Quantos problemas este descaso ocasiona?
Bom, amigos... Há algum tempo venho pensando em fazer uma série de postagens sobre a falta de civilidade, a falta de espírito de coletivo, que observo na minha cidade. Conversando com as pessoas do meu bairro sobre esta ideia, percebi que muitos adorariam opinar, fazer denúncias ou apenas acrescentar indignação a alguns assuntos que não podem ser ignorados. Tenho pra mim que quando 'deixamos pra lá' - um hábito horrendo dos brasileiros - estamos consentindo uma porção de pequenas coisas incomodas, que em conjunto inviabilizam qualquer sociedade.

E durante este processo de pensar como seriam estas postagens, quais seriam os conteúdos, que moldes eu usaria para as denuncias, algo aconteceu. Na verdade, no espaço de uma semana, duas situações chamaram muito a minha atenção. Pois bem... Vamos inaugurar esta brincadeira das denúncias com um dos casos desta última semana, e numa próxima postagem, discutiremos o outro.

Pra quem ainda não sabe, moro em São Paulo, na Vila Clementino. E onde fica isso??? Nada melhor que um mapa para explicar!




Percebam que estamos nas imediações de um grande hospital. E, em grandes hospitais, presumimos que há uma grande movimentação de pessoas com dificuldades para se locomover. O que esperaríamos, neste caso? Uma boa malha de transporte público, uma maior paciência e consideração dos transeuntes, em relação aos pedestres do local, e calçadas adequadas à movimentação em qualquer situação física. Vocês ficariam surpresos se eu dissesse que NADA disso acontece? 

Pois é... Vamos começar falando sobre a educação das pessoas que trabalham em nosso bairro... Tenho muito contato com os moradores e transeuntes daqui (pacientes do hospital), por conta do meu trabalho de consultoria. Converso com muita gente. Fico sabendo de muita coisa. Inclusive da alta velocidade com que os ônibus e lotações arrancam, com idosos e pessoas de baixa mobilidade ainda em pé, tentando achar lugares para sentar. Uma de minhas vizinhas, senhora da terceira idade já, acabou desistindo de fazer seus passeios, por conta disso. Foram três quedas em menos de um ano. Numa delas ela foi jogada para fora do ônibus, e o motorista não parou para socorrê-la. Hum... Péssimo, não é?

Ainda falando desta falta de civilidade de quem está atrás do volante, vamos lembrar que eu, há alguns anos (dois ou três) fui atropelada na faixa de pedestres, com o sinal fechado para os carros, por uma motorista que cruzava da rua perpendicular, falando ao celular. Foi a distração do aparelho que a impediu de perceber que eu estava no meio da minha CORRETA travessia. Tive uma luxação no braço. Ela não estava em alta velocidade, e esta foi a sorte. A moça parou para me socorrer. Parecia uma pessoa bacana, consciente. Mas celular no meio do transito não dá, né? Moram muitos idosos neste bairro. Imagina um deles no meu lugar? O estrago seria bem maior. Mas, esta moça foi até bacana. Tem motorista que não pára, não acha que tem que parar e ainda me xinga quando me coloco na frente do carro. 

Como vocês percebem, tem muito o que ser melhorado à nível pessoal. E eu ainda nem atingi o ponto principal desta postagem! 

Meu pé inchado e com dois cortes,
depois do encontro acalorado com a calçada.
Por conta do acidente leve que sofri no sábado à noite, resolvi falar sobre nossas calçadas... Estou fazendo uma pesquisa sobre as leis que regem a construção, conservação e uso delas, no nosso estado e no país. Como esta é uma tarefa trabalhosa, haverá em breve outra postagem sobre o assunto, focando nos aspectos legais. Por enquanto vamos ficar com a leiga opinião de uma cidadã, ok? 

O que posso dizer com certeza, por que é público e notório, é que há uma lei no nosso município que rege a conservação das calçadas. E, em lendo este artigo em específico, fica claro que elas são de responsabilidade do dono do estabelecimento que usufrui do espaço. Ou seja, na frente do meu prédio, é nossa a responsabilidade de manter a calçada dentro das normas de conservação. Isto acontece? CLARO... que NÃO!

No Street View do Google é possível ver a árvore
começando a quebrar a calçada, e os desníveis começando a aparecer.
Hoje a situação está pior.
Foi neste ponto que machuquei meu pé.
Meu pé está aqui, enfaixadinho, e doído, para provar o que digo. No sábado dei uma bela topada, usando um chinelo de dedo, num desnível no asfalto da calçada, produzido inicialmente pela raiz de uma arvore, que tomou o local. A calçada está situada à Rua Napoleão de Barros. Como estou com dificuldade de caminhar depois do acidente, não tirei fotos pessoais ainda, e não tenho os dados precisos pra mostrar pra vocês o que acontece. Mas ainda esta semana vou fazer este documento. Aguardem pela nossa atualização. 


E de quem é a responsabilidade pela calçada toda quebrada na qual me machuquei? Da prefeitura? Do prédio que ocupa o terreno? Dos dois??? Pois é, não existe serviço bem feito sem fiscalização!!! Trago nesta postagem uma foto da minha própria calçada, e da do estabelecimento ao lado. Foi colocado um piso bonitinho, e uma rampa foi feita para facilitar a passagem das pessoas, nos desníveis da rua. Vou te contar que não ajuda. Estamos numa decida, e este piso bonitinho, no dia da chuva, vira um tobogã. Já vi muitos idosos caindo ali, e eu mesma - que não sou idosa, ainda - levei um tombão uma vez. Falta um anti-derrapante ali. Coisas simples, que as pessoas acabam nem fazendo. E assim vamos indo. Todos nós, eu inclusive. Empurrando com a barriga e discutindo de quem é o problema. Não podemos ser simplesmente civis, entender as necessidades da comunidade como um todo, e fazer o que é necessário, sem precisar que uma lei nos obrigue?

Reparem na rampinha com buraco na calçada da lojinha.
Este é o tobogã. Do lado é  calçada do meu prédio,
também com problemas de conservação.

Se você tem causos sobre a falta de senso de coletivo para contar, denúncias para fazer, e gostaria de ter um canal para expor a queixa, para ter um link para espalhar, por favor entre em contato comigo. Tente documentar abundantemente sua queixa, por que eu não ter como checar todas elas em locu, e temos que ser justos ao fazer qualquer reivindicação. É isso. Vamos tentar fazer do blog também um espaço de exercício de cidadania. 

Calçada a um quarteirão do Pronto Socorro do Hospital São Paulo,
ainda em local de administração da UNIFESP.
Uma aventura para os cadeirantes.







JulyN
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2 de mai. de 2013

Some answers deserve more than 140 characters.

I woke up early this morning because of the noise on my street. Lately this has happened often. Also the worries of life make my sleep becomes lighter. I usually do not bother with people talking loudly in the street, here on the fifth floor of the building where I live. Since I have a work meeting later and now would not start doing anything, I openned the twitter through my phone, to see the news of people I follow. Started by Jacob Vargas. Actor, handsome and competent. When I say handsome, I am not referring to that obvious beauty, the magazine cover kind. Because what attracts me is not it. I like men with manish ways, posture of man, and that charm that never fades. The smile that communicates, the look that communicates ... And then Jacob becomes a very interesting man, and an actor, because he lends this to his characters.

So I was surprised and thrilled with his question: 


What kind of role would my fans love to see me do? Looking for some inspiration.
— Jacob Vargas (@TheJacobVargas) May 2, 2013

Yeah, Mr. Vargas. I'll send you the link to this post, and I hope you read. I can't answer your question in 140 characters, so I decided to transform my answer in some kind of homage to you, here at my blog. 

Jacob Vargas... Since I hope he reads that, let's just say a few things he already know, but some of you also reading maybe not. Actually, let's make it quick... You can see his list of movies and works and grab some information about him here: IMDB. You will get that he has done a lot of movies, and you probably saw him in one of them, cause he did all kinds of production - at least one should be framed to your personal taste.


And when this guy came into existence for me? Well, I like movies about real people, real life heroes, trying to overcome the problems of life. I like movies with good dialogues and strong characters, well-defined in its qualities. I like the kind of films it produces personalities.

In 1996, I think, I was in my Francis Ford Coppola fever. I consider him one of the best directors. I used to go every week in a video store, and always went out with a movie that had his name on the cover. And so I rented 'Mi Familia'. He was the executive producer of the film, and his name appeared in bold letters on the cover. Thank you Francis Ford Coppola!!! This movie became an all time favorite for me. It's about some generations of mexican-americans living in east LA. We follow the story of the family from Jose, who comes from Michoacan to settle in LA, to their children and grandchildren. The whole movie is beautiful and deserves a post by itself. But let's skip all that and just talk about Jacob Vargas. In the film, he is Jose in the first phase. And he held my attention from the begginning. Very expressive, with a very pretty voice intonation, which expressed emotion. I boarded the character roads to LA, and I believed the stories he told. Watch the movie, I beg you all. 

I loved it all, all the actors did a great job, but Jacob got me there. And since then he became a favorite of mine. I don't like all the movies he has made. Some of them I hate... Not because of him... It's just that some movies are too poor to have an actor like that!

That all said, I guess Jacob, if reading this, is getting my point. He's good in creating rich characters. Real people, complex people. I would love to see him doing some love story, a real one, with real emotions getting in the way of a happy ending. I readed some answers from other fans... One of them was telling that he was great as a cholo, in Next Friday. I agree. He gave Joker a meaning. He was not just a cholo. He was a real funny person, in a real freaky world. That's what he has different from other cholos in other movies. The same person asked him to do more mexican characters. I don't see how this apply. Mexicans guys, for all I know, can be anything. From doctors to football players, right? Real people don't just answer: 'I'm a Japanese descent', meaning this is a job or something. Being a Japanese doesn't make me less human, right? 

So that is... I like people. I like good lines, that express more than it is said. You are a good actor to play that kind of people, because you have vivid eyes and your whole body lenguage is very rich when your interpetrating. One good exemple is Roy, from Wigs' Christine and Blue. Good lines, a well-defined line of qualities and in seconds we're cheering that the girl accepts him, cause only a crazy chick wouldn't. Aparently Wigs is the channel for crazy chicks... They could do a show about the personal life of Roy, and his attempts to get someone! That would be fantastic!!! 

So, getting longer and longer... I'll stop. I gave the answer, hope he reads, if not, at least I talked about him to my friends at this blog. AND I WANT TO SEE CHAVEZ!!! Jacob will understand that!







JulyN
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1 de mai. de 2013

E de vez em quando...

... bate aquela vontade de voltar ao conforto de casa. Existem alguns artistas que provocam isso em mim: a sensação de estar em casa. Uma das bandas que mais consegue este efeito comigo é a 'Westlife'. Ao ouví-la, sinto-me num lugar confortável, pleno... A banda acabou em 2012 (e - acreditem - eu choro até hoje). Tento viver a vida como se eles não tivessem existido, por que assim não sinto falta. Foram 14 anos acompanhando o trabalho deles, e fazendo de seus discos a trilha sonora da minha vida. Mas, de vez em quando, bate aquela saudadezinha de casa... E aí não tem jeito.



Hoje passei o dia fazendo minhas tarefas diárias, trabalhando e estudando um pouquinho, e intarcalando tudo isso com a diversão. E a parte do lazer foi responsabilidade do disco 'Where We Are', de 2009. Comecei o dia querendo ouvir 'Sound of a Broken Heart', e ela acabou puxando a coisa toda... Resolvi, agora que o dia está acabando, expressar essa minha paixão pelo Westlife de uma forma bem simples... E talvez a forma mais bacana. Dar a oportunidade de vocês, que não conhecem a banda, de saberem do que eu estou falando. Então, eis a lista de músicas, que coloquei na ordem correta, do disco citado. Ao dar 'play' no primeiro vídeo, uma música se seguirá a outra.





Quero agradecer a todos os usuários que postaram vídeos com as músicas deste belo álbum, com letras profundas e com as quais tenho a maior identificação, e agradecer ao Vevo por disponibilizar o vídeo-clip oficial de 'What About Now'. 

Só quis partilhar este momento com vocês...





JulyN
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Luciano Pavarotti!

Em 2007 perdemos Luciano Pavarotti. Eu fiz uma homenagem póstuma a ele no nosso antigo blog, e agora re-posto o trabalho que feliz, revisado. Foi um de meus textos mais lidos. Vou deixar os comentários e as minhas respostas. Espero que gostem... Luciano Pavarotti - 12 de Outubro de 1935 à 06 de Setembro de 2007.


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Nascido e Criado...


Luciano Pavarotti nasceu no dia 12 de outubro de 1935, na cidade de Modena, no centro-sul da Itália. Seu pai, Fernando Pavarotti, era um padeiro, e também cantor. Segundo Luciano, tinha uma bela voz de tenor. Mas nunca seguiu carreira, pois tinha um comportamento muito ansioso. Sua mãe, Adele Venturi, era uma operária numa fábrica de cigarros.
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